terça-feira, 10 de novembro de 2009

ELES COLOCARAM O MENGÃO NA ROTA DO TÍTULO...

Dentre os múltiplos clichês do futebol, o termo "contratação cirúrgica" é o que mais se encaixa com o segundo semestre do Flamengo. A diretoria encontrou em Petkovic, Maldonado e Álvaro a experiência necessária para a reabilitação da equipe no Campeonato Brasileiro. Desde que o trio ganhou vaga na equipe, o Rubro-Negro pulou da 14ª para a terceira posição, a dois pontos do líder São Paulo (59 a 57).A chegada mais polêmica foi a de Pet. Em maio, o jogador acertou a redução de uma dívida milionária e se apresentou. Porém, não tinha o apoio nem do departamento de futebol, comandado à época por Kleber Leite, e tampouco do treinador Cuca. Embora tenha se destacado em diversos treinos, o sérvio foi jogado a escanteio e nas palavras do antigo treinador estava "no fim de fila". Tudo mudou quando Andrade foi efetivado. Depois de entrar bem nos jogos contra Náutico e Goiás, Pet ganhou a vaga de titular na partida contra o Corinthians e só ficou fora de quatro jogos desde então. Todos por lesão muscular. Nas vezes 14 vezes em que foi titular o Flamengo não perdeu. - Quando o Delair (Dumbrosck) fez o acordo com o Pet, me consultou e também apostei nele. Achei que ele ajudaria o Flamengo por 45 minutos. Mas tivemos a grata surpresa e ele tornou-se fundamental por 90 minutos - disse o vice-presidente de futebol Marcos Braz, que na época era diretor de esportes olímpicos.

As outras duas apostas certeiras do Rubro-Negro foram Álvaro e Maldonado. O zagueiro, de 31 anos, rescindiu contrato com o Inter e encontrou na Gávea a motivação necessária para transformar-se em um dos líderes da equipe. O nome de Maldonado surgiu por acaso. Durante uma reunião para renovar o contrato de Willians, um dos empresários do volante comentou que tinha o contato do chileno. Marcos Braz , no entanto, foi desaconselhado a tentar trazê-lo. - Falaram que não conseguiríamos porque havia cinco clubes europeus interessados. Mas o Maldonado entendeu que o Flamengo seria o caminho mais curto para retornar à seleção chilena. E ainda contamos com a colaboração do Léo Moura. Eles se falaram e houve o poder de convencimento do nosso lateral - revelou Braz. Por causa do sucesso na Gávea, Maldonado desfalca o Flamengo contra o Náutico, domingo. Após 18 meses de ausência, ele foi convocado pelo técnico Marcelo Bielsa para defender o Chile em dois amistosos na Europa

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

E O GALO VIROU GALINHA (DE NOVO!!!) PARTE 03


"O Grande Desmistificador Master do Futebol Mundial mais uma vez aprontou uma das suas. O cavalo paraguaio das Alterosas, freguês contumaz e chorão, foi obrigado a sentar. E dessa vez na casa deles, na frente de papai, mamãe e titias. Antes de falar bem da gente vamos esculachar pela ultima vez nesse ano esses malas que sofrem pro time que nunca vence.
Sem forçar a barra, o atrético mineiro não deveria disputar a Primeira Divisão. É time de quinta, não merece sequer jogar a Serie B. Seus torcedores idiotas passaram a noite estourando rojão na frente do hotel e passando trotes telefônicos pros jogadores do Flamengo. Foguetório, trote telefônico? Fala sério, isso é coisa do tempo em que os continentes estavam unidos na chamada Pangea. Foi mais ou menos nessa época, em que o Leblon não tinha praia e era colado em Soweto, que o Patético ganhou seu único titulo. E desde então só serve mesmo pra encher o saco, guardar nossa vaga no G4 e apanhar do Fuderosão.
Pior que os filha da mãe monotitulos ainda arrumaram um tempo pra apedrejar os guerreiros da Magnética, que estavam lá na frente do Mineirão na super boa, só preocupados em apoiar o Mengão. Os caras são realmente muito atrasados. E covardes. A prestimosa PM mineira acudiu imediatamente e enfiou a borracha. Na torcida do Flamengo, claro. Torcida que, sempre marginal e indisciplinada, tentava entrar no estádio pra se proteger das pedradas. E nem o fato de possuirem os ingressos para o jogo atenua o grave crime dos rubro-negros.
Longe de mim ser um eugenista, mas essa maucaratice só pode ser papo de má formação genética. Deve ser alguma coisa na água, sei lá. Procurem um galinhologista e tentem se curar dessa doença. Ainda bem que a bola, sempre ela, pune impiedosamente os manés que se metem a fazer parada errada. Toda essa onda maluca só serviu pra uma coisa: vocês já podem marcar no calendário 39 anos na fila! E a tendência é de crescimento. Crescimento do tempo de permanência na fila.
Agora eles vão rezar pra arrumar uma vaga na Sulameriquem, que já é muito mais espetáculo do que o seu torcedor médio merece assistir. A galinha mineira pode aproveitar a derrota e tranforma-lo numa bela lição. A derrota é o preço a pagar pela sua despropositada arrogância, amalucada pretenssão de querer se comparar e desmedida inveja do Mengão. Aprendam com esse erro. Ou não aprendam a continuem a fazer o papel de time mais competente do Brasil. Compete, compete, compete e não ganha absolutamente nada.
Que Mengão rasgador é esse, galera? O que é Petkovic Esculachador Eterno dos Lideres Provisórios? Gol olímpico no ângulo do primeiro pau? Com beque e goleiro marcando? Háháhá, é o top do esculacho! Depois do fantástico e pirotécnico gol olimpicão toda a tensão acumulada ao longo da semana se esvaiu naturalmente. Torcida e time respiraram e se dedicaram a colocar o freguês na roda.
Como o time deles se revelou ainda mais fraco do que aquele que apanhou no Maraca em agosto, acabou sendo molinho. Antes de acabar o primeiro tempo Maldonado, em tarde de gala, deixou o dele e ainda tirou onda com dancinha canalha depois de mandar a galinha pras profundas da casa do cacete, seu lugar de origem.
Depois do segundo tempo os fracos ainda deram um calorzinho e marcaram o “de honra”. Serviu pra nada, Impera foi lá e meteu uma testada tipo sinuca, de dublê, só pra retomar a artilharia. 3 x 1, liquidada a fatura, hora do olé. E o Mengão deu olé só pra gente não esquecer de como é bom ganhar desses manés.
Não posso deixar de homenagear os fantásticos integrantes da Magnética que foram lá na coragem tão característica, passaram sufoco, doutrinaram a plebe mal educada e calaram a mulambada mineira fazendo do Mineirão mais uma filial da nossa festa no Maraca. Parabéns, vocês são os caras!
Fiquei pensando nos 5 amigos jornalistas diplomados que fizeram simulações das rodadas finais. Espertíssimos. Nem um deles botou fé num empate sequer pro Mengão. Todos os 5 cravaram vitória das galinhas. Na humildade, permitam-me sugerir o cardápio pra ceia dessa galera? Língua ao molho Madeira. E tome um guaraná, suco de caju, goiabada para sobremesa…
Já era, maluco. O Mengão chegou chegando. Quem mandou deixar chegar? Agora é ruim de segurar" (Urublog)


VIRANDO A CASACA- PARTE 02


ATÉ O EX-ATLETICANO E JOGADOR DA SELEÇÃO BRASILEIRA DA COPA DE 86, ELZO VEIO DAR UMA FORÇA PARA OS MASTERS DO FLAMENGO EM ITAJUBÁ...

VIRANDO A CASACA...


PRESIDENTE MOZART E DIRETOR LEANDRO AO LADO DO ILUSTRE BOTAFOGUENSE DR. PAULO SALOMON, DENTRO DO CAMPO DO YURACAN ANTES DO JOGO DO FLA-MASTERS NO ULTIMO DOMINGO...

E O GALO VIROU GALINHA (DE NOVO!!!)- PARTE 02


MUITOATLETICANOS CHIARAM...
MUITOS ENCHERAM MINHA CAIXA DE MENSAGENS...
NÃO ME IMPORTO, A CHIAÇÃO ALHEIA SÓ COMPROVA A TESE
DO AMIGO TINHORÃO.
E ATENDENDO A PEDIDOS, REPUBLICAREMOS ADIANTE TEXTO
DO MESTRE OSWALDO TINHORÃO SOBRE O TAL GALO MINEIRO,
NOSSO FREGUEZAÇO DAS ALTEROSAS!


Reprodução do histórico texto do amigo Tinhorão. Tão verdadeiro quanto atual... rs...



"Quando eu despertei para o futebol, um dos fatos que mais chamavam a minha atenção era a singular aptidão que tinha o Clube Atlético Mineiro para se foder de verde e amarelo -- ou de preto e branco, como queiram. Era a época do maior Flamengo de todos os tempos, e Leandro, Júnior, Nunes e Zico fizeram do detestável Galo das Alterosas eterno freguês ressentido do Flamengo.
Seria um exercício inútil enumerar aqui todas as ocasiões em que o Galo chegou para decidir e a massa atleticana -- como, em Beagá, e só em Beagá, se convencionou chamar a torcida do time -- saiu do estádio cabisbaixa e com as insossas bandeirinhas alvinegras enroladas. Nem este post tem por objetivo fazer um levantamento histórico dessa magnitude. Pretende, antes, aventurar-se no terreno batido da psicologia de botequim e esmiuçar as razões pelas quais são tão numerosos os fracassos atleticanos na hora de decidir.
Quem não conhece Beagá como eu conheço há de estar justificadamente surpreso com a pretensão diletante do Tinhorão de se meter em coisa tão complexa como a psicologia coletiva de uma torcida composta por gente das mais variadas condições, classes sociais, preferências sexuais etc. Mas o forasteiro que visita Beagá e trava contato com a torcida do Galo não demora a se convencer de que está diante de um fenômeno psicológico digno de ser estudado em maior profundidade: é a torcida mais ressentida do Brasil, a mais recalcada, a mais invejosa.
Mas não se trata só disso. Essa patologia coletiva engendrou uma outra, muito mais irritante para o forasteiro que queira debater racionalmente com essa gente: à força de tanto se foder, o atleticano acabou convencendo-se de que nada do que lhe aconteça de ruim é culpa de seus jogadores.
O Galo é eternamente perseguido, eternamente injustiçado, eternamente sacaneado por uma instituição sinistra que eles denominam o Eixo. Na cabeça ressentida dessa gente, os dirigentes de Rio e São Paulo (o Eixo em questão é o Eixo Rio-SP) sentam-se regularmente a uma mesa redonda n'algum lugar secreto e inconfessável e comprazem-se em inventar novas fórmulas para sacanear os clubes de fora do Eixo, mas mui especialmente o Galo.
Chega a ser comovedor, de tão inocente, imaginar Eurico Miranda atirando-se aos braços de Márcio braga e irmanados, comprometerem-se a fazer todos os esforços possíveis para ajudar o maior inimigo se ele disputar o que quer que seja com o Atlético. Seria apenas mais uma teoria conspiratória entre tantas se não redundasse em conseqüências bastante palpáveis: com o refinamento da teoria, os atleticanos têm sempre à mão uma desculpa infalível a justificar todos os seus fracassos: é tudo culpa do Eixo.
O Atlético fez dez pontos a mais que o campeão São Paulo em 1977, e ainda assim teve de decidir nos pênaltis? Culpa do Eixo, que, ao elaborar o regulamento, previu que o Galo ia disparar na frente.
O Reinaldo foi expulso por fazer especulações sobre a honestidade da mãe do Sr. José de Assis Aragão, em 1980? Culpa do Eixo.]
O Palhinha foi expulso na mesma ocasião porque pediu para ser expulso? Culpa do Eixo. O Reinaldo foi expulso no ano seguinte por calçar o Zico por trás? Culpa do Eixo.
E, enquanto o atleticano mergulha nessa auto-complacência que tudo explica como maquinações sinistras de uma entidade fictícia, o cruzeirense trata de trabalhar, aceitar seus próprios fracassos como decorrências de imperfeições suas e vai, ao longo do tempo, acumulando títulos e mais títulos de relevo, entre Copas do Brasil e Copas Libertadores." (Oswaldo Tinhorão, 2003)

E O GALO VIROU GALINHA (DE NOVO!!!)


"Ganhamos mais uma no sapatinho! Mais uma de 3 no mineirão para a coleção do Galo assado. Deixem o babaca do Milton Neves continuar falando que o título do Campeonato Brasileiro já é do São Paulo e que a gente não tem chegada. Esqueçam estes vermes paulistanos da TV brasileira. A verdade verdadeira é que o berro na janela hoje foi de acordar até velho bêbado no terceiro sono. Com toda modestia, saímos pra rua hoje e prometemos voltar apenas com um saco de pão e um tablete de manteiga, na expectativa apenas de matar a fome da galera, sem aquela banca de dizer que ia fazer banquete. Agora, imaginem a cara de quem esperava em casa o lanchinho, ver o morzão chegar com pão, manteiga e uma galinha de padaria suculenta, bem temperada e bem tostada. O que era refeição, virou festa aqui na minha favelinha.

E essa camisa é de danar mesmo, quando ninguém mais dá nada por ela, chega de mansinho e só se vê ela na rua. E tem coisa mais gostosa do que ver alguém que só torce para você se dar mal, ter que te ajudar? É que nem aquelas meninas de família ali da Av. Atlântica. Ela não vai com a cara da que fica na outra esquina, mas na hora que você mostra que tem cinquentinha pra gastar, ela com medo de voltar lisa pra casa, logo chama a concorrente para participar do rolo. É essa a sensação exata que sinto ao ver a cachorrada sofrida e a playboyzada falida tendo que torcer para seus times ganharem seus jogos e ajudarem o Mengão Sinistrão. Imaginem vocês, os caras querendo abrir as pernas para matar o Mais Querido, mas não podem porque se abrirem as pernas, na verdade vão é cair mais uma vez, o que já estão acostumados e traumatizados.
E a turma da Cuzarca? O cheiro de sardinha podre hoje impestiou meu quarto. Descobri que um ente não querido do falecido rubro-negro Roberto Marinho, hoje comandando a emissora que menos cresce no Brasil, torce pro time naufragado lá do lado de São Januário. Não é que o cidadão mandou fazer uma homenagem à torcida de seu time por ter voltado para a primeira divisão, fato este que se fosse com meu time eu ia tentar deixar quieto, e colocou uma propaganda com hino e tudo e chamada da TV, parabenizando os caras pelo grande feito. Detalhe, ao invés de esperarem a próxima transmissão das últimas rodadas da segundona para soltar a propaganda, colocaram no intervalo da vitória fuderosona do nosso Mengão. Sabem o porque? Eu sei. Tem mais sardinha podre secando o jogo do Flamengo do que assitindo a porcaria de jogo de time vice, ainda mais por ser segundona.
Não bastando, assistiram a torcida do Galo cantar “O Galo é o time da virada”. Se empolgaram, acharam que iam virar junto com eles. Como sempre, acreditam e se f… No fim, tomaram olé junto com a Galinha, tomaram de 3 junto com a Galinha e vão dormir p… da vida que nem a Galinha.' (Magia Rubro-Negra)

ANDRADE: "ELES NÃO APRENDEM"


O Flamengo venceu não apenas o Atlético-MG, mas também a falta de hospitalidade da torcida rival. É que durante toda a madrugada deste domingo, um grupo de torcedores do Galo perturbou os jogadores rubro-negros. Houve uma série de foguetórios ao redor do hotel que o Flamengo se hospedou em Belo Horizonte. Além disso, alguns jogadores sofreram trotes. - Ligaram para o meu quarto várias vezes e não falavam nada. Fizeram isso até seis da manhã - disse Ronaldo Angelim. O lateral-direito Leonardo Moura disse que os fogos podiam ser vistos da janela do seu quarto. Andrade também lamentou a retaliação com uma pitada de deboche. - Teve foguetório, buzinas... É lamentável isso. Mas não adiantou nada. Eles não aprendem - afirmou o treinador.

FLAMENGO VENCE "FREGUÊS" ATLÉTICO E SEGUE NA BRIGA



Pode ter faltado a técnica mais refinada dos tempos de Zico e Reinaldo. Mas a partida deste domingo apresentou outros ingredientes de um revival dos anos 80 - com o adicional de um gol olímpico. Atlético-MG e Flamengo repetiram a forte tensão da bela rivalidade e, sobretudo, a emoção. E diante de um Mineirão lotado, mas não na totalidade dos 64.800 ingressos vendidos - pouco mais de 1.000 ficaram nas mãos dos cambistas -, a equipe rubro-negra, mais consistente e com os principais jogadores aparecendo nos momentos decisivos, obteve vitória importante na luta pelo título brasileiro e/ou vaga na Libertadores. O triunfo por 3 a 1 - gols de Petkovic, Maldonado e Adriano, com Ricardinho marcando o do time mineiro -, conquistado com justiça, fez o time ultrapassar o Galo na tabela. Agora com 57 pontos, está em terceiro lugar. A equipe mineira, com a derrota, cai para a quarta posição, com 56, mas continua na briga. O resultado deixa os rubro-negros a dois pontos do líder do Campeonato Brasileiro, o São Paulo - que na quarta-feira empatou com o Grêmio, no Olímpico -, e a um do vice-líder, o Palmeiras, que foi derrotado neste domingo pelo Fluminense por 1 a 0, no Maracanã. Em outro duelo, só que particular, Adriano levou a melhor sobre Diego Tardelli. Apesar de o atacante atleticano ter participado mais da partida, o rubro-negro apareceu na hora certa para decidir. O Flamengo vencia por 2 a 1 quando o Galo ainda buscava o empate. Mas aos 36 minutos do segundo tempo, a estrela do Imperador brilhou. Marcou o gol de cabeça que garantiu a vitória e o empate na tabela dos artilheiros do Brasileirão, ao lado justamente do jogador da equipe mineira. Curiosamente, o placar deste domingo repetiu o do confronto das equipes no primeiro turno, no Maracanã. Na próxima rodada, o Flamengo joga novamente fora de casa. Domingo, terá pela frente o Náutico, no estádio dos Aflitos. O Galo sairá de Minas no sábado para encarar o Coritiba, no Couto Pereira. Confira aqui a classificação do Campeonato Brasileiro Gol olímpico esfria pressão Foi um primeiro tempo em que, se faltaram muitas chances de gol, sobraram tensão e emoção, como os grandes jogos decisivos. O Galo começou a partida como esperava a sua torcida: pressionando o Flamengo em seu próprio campo. E com Diego Tardelli com apetite de gol: logo aos dois minutos, ele bateu pela meia-esquerda, só que fraco, para a defesa de Bruno. O camisa 9 atleticano se deslocava pela esquerda, pela direita, procurando as jogadas individuais. Fazia a alegria da massa atleticana. Do lado rubro-negro, a ordem era cadenciar o jogo e buscar os contra-ataques. A peça-chave nesse esquema era Petkovic. E foi o camisa 43 quem iniciou a boa jogada que resultou no gol do Flamengo. Ele lançou Zé Roberto pela esquerda. O atacante ganhou na velocidade e bateu para Carini mandar a escanteio pela esquerda. Onde o sérvio mais gosta de bater. Não deu outra. Aos nove minutos, ele cobrou cirurgicamente, no primeiro pau, entre Thiago Feltri e Carini, marcando o seu segundo gol olímpico neste Campeonato Brasileiro. O gol de Pet, o 50º com a camisa do clube carioca, esfriou o ímpeto do Atlético, que sentiu o baque. E deu ao Flamengo a chance de respirar. Mas não muito. Apesar de perseguido de perto ora por Aírton (na maioria das vezes), ora por Maldonado, Ricardinho conseguiu iniciar uma boa jogada de perigo para o Galo. Aos 15 minutos, ele tocou pela direita para Carlos Alberto, que foi à linha de fundo e centrou para Éder Luís bater, mas . Bruno, seguro, defendeu. Dificuldades O grande problema do Galo é que Ricardinho ficava praticamente só na armação das jogadas. Correa, que se movimentava bem, tentava, mas não tinha a mesma precisão nos lançamentos. Com o meio da área congestionado pela boa marcação do Fla, o jeito era buscar as duas laterais. Se Ricardinho estava só na armação do Galo, do lado rubro-negro era Adriano quem parecia mais isolado com o esquema de contra-ataques. Bem marcado, o camisa 10 teve poucas chances de aparecer. Como aos 17 minutos, numa tabela iniciada por Petkovic que o Imperador concluiu de cabeça, para fora. Lance que pareceu ser o último do sérvio ainda em forma: a alegria pelo gol transformou-se logo em drama. Durante toda a primeira etapa, o jogador de 37 anos pôs várias vezes a mão na parte posterior da coxa e passou a poupar-se. Com muitos erros de passes dos dois lados, eram poucas as chances de gol numa partida cada vez mais tensa. O Fla seguia cadenciando o jogo e buscando o toque de bola, e quando partia para o contra-ataque, explorava a velocidade de Zé Roberto pela esquerda. Do lado direito, o time esbarrava no seu maior roubador de bolas. Willians as pegava, mas as devolvia para o adversário. Mesmo assim, o Rubro-Negro mostrava mais técnica e consistência tática do que o adversário. Maldonado amplia para o Fla O tempo passava. A torcida do Galo já não estava mais calada. E aos 30 minutos, por pouco comemorou o empate. Em bola roubada no meio-campo, Correa lançou Tardelli. Bruno saiu e bicou para frente, mas a bola chegou aos pés de Éder Luís, que no entantou não aproveitou a chance e encobriu mal o goleiro, batendo para fora. Para piorar a situação dos mineiros, aos 39 minutos, Maldonado roubou uma bola no meio-campo, foi à frente e, em jogada individual, cortou Werley e bateu no cantinho, à direita de Carini, sem defesa: 2 a 0 Flamengo. Foi o primeiro gol do chileno no clube. E a torcida rubro-negra, que já cantava após o primeiro gol, fez um carnaval no Mineirão. Já a torcida do Galo perdeu a paciência no último lance de gol no primeiro tempo. Em falha de Ronaldo Angelim pelo lado esquerdo, Éder Luís roubou a bola e tocou para Correa bater livre, com Bruno batido, por cima. E o Flamengo foi para o intervalo com vantagem de dois gols. Reação do Galo Duas preocupações atormentavam as torcidas. O que faria Celso Roth para fazer o Galo virar a partida e, do lado rubro-negro, como estariam as condições de Petkovic para o segundo tempo. O sérvio voltou, e o técnico atleticano pôs Evandro no lugar de Renan. Mandou o Galo para o ataque e, logo aos quatro minutos, o time diminuiu o placar: Thiago Feltri centrou pela esquerda, Evandro desviou de cabeça para Ricardinho escorar, com o pé direito. A partir daí, a torcida do Galo acordou. A pressão aumentou. A tensão também. Com Petkovic apagado, o contra-ataque rubro-negro só funcionou aos 15 minutos, em jogada individual de Zé Roberto pela esquerda. Ele passou por Jonílson, Carlos Alberto e Werley, mas bateu para fora. Pouco depois, o time perdeu Aírton. Entrou Toró. Aos 22, ele participou de lance em que Zé Roberto quase ampliou. Carini fez boa defesa, Imperador decide Petkovic saiu para a entrada de Fierro. Era lá e cá. Aos 25, Evandro, de virada, quase empatou. A essa altura, o Galo já tinha Rentería no lugar de Éder Luís no ataque. E Celso Roth pôs Serginho no de Correa. O Flamengo pareceu por alguns momentos mais desarmado do que o Galo com as mudanças. Aos 29, em bola roubada na altura da meia-lua, Tardelli rolou para Ricardinho, que bateu para fora.
Bem marcado, sumido da partida, Adriano apareceu bem aos 32 minutos, quando, em jogada individual, teve a chance de ampliar o marcador, mas bateu em cima de Carini. Era a "premiere" do que o Imperador aprontaria. Aos 36, após belo centro de Fierro, que entrou bem na partida, o camisa 10 rubro-negro escorou de cabeça, aproveitando falha de Carini na saída do gol. A bola ainda tocou em Benitez antes de estufar as redes. Com o tento, o atacante rubro-negro empatou com Tardelli na artilharia do Brasileiro, com 18 gols. Do terceiro gol em diante, o Fla retomou a partida. A torcida do Galo ficou muda. A rubro-negra cantava "Poeira" e outras músicas para comemorar. A vitória estava selada, ainda que o Atlético tentasse, no desespero, reagir. Os dois clubes seguem na busca do título. Mas o rubro-negro, com uma motivação a mais. E o Campeonato Brasileiro promete muita emoção.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CHEGOU O MANUAL DO RUBRO-NEGRO


Com o estilo inconfundível de Arthur Muhlenberg, redator do famoso “Urublog” e craque das letras, o manual é uma verdadeira aula de “zoação” com as torcidas adversárias – sem nunca perder o bom humor. O leitor irá se deliciar com essa “cosmologia” flamenga: das conquistas épicas ao “rubro-negrismo cultural”. O livro, enriquecido com as ilustrações de Raphael Salimena, foge ao lugar comum dos textos enciclopedistas sobre futebol para criar um flamenguismo lúdico e divertido, que será apreciado pelos bons esportistas de todas as torcidas.
PARABÉNS ARTHURZÃO
A FLAJUBÁ JÁ ENCOMENDOU O SEU!!!

EU E O CRAQUE, O CRAQUE E EU...



MIRANDA AO LADO DE PIÁ, LATERAL DO PENTA DE 1992


Marcus Vinícius Pedro Nogueira, o Piá nasceu no interior do Rio de Janeiro, na cidade de Campos, e de lá, foi parar no Flamengo, onde, apesar de não ser um jogador muito técnico, ganhou a vaga de titular na lateral esquerda em 1990, após a transferência de Leonardo para o São Paulo.
O jogador cumpriu bem sua função. Ganhou títulos importantes em sua carreira como a
Copa do Brasil de 1990, o Campeonato Carioca de 1991 e o Campeonato Brasileiro de 1992, que marcou a sua carreira. Na primeira partida da decisão, diante do Botafogo, o lateral do jogou o melhor futebol de sua vida, fazendo cruzamentos precisos na área adversária, e ajudando o Fla a sair do Maracanã com a vitória.
No jogo seguinte, as duas equipes empataram e o
Flamengo levantou mais uma taça nacional. Mas, mesmo assim, o jogador não conseguiu garantir sua continuidade na equipe. Após a chegada de Marcos Adriano, em 1993, Piá perdeu espaço no time e se transferiu para o Santos, onde jogou de 1995 a 1997, quando deixou o país para jogar no União da Madeira, de Portugal. Piá ainda pôde encerrar a carreira no Brasil, quando em 2001 aos 32 anos, defendeu as cores do Gama, clube do Distrito Federal

EU E O CRAQUE, O CRAQUE E EU...


PRESIDENTE MOZART AO LADO DE GILMAR POPÓCA


Habilidoso como Tita. Rebelde à la Afonsinho. Gilmar Popoca despontou como promessa de craque do Flamengo no início da década de 80. Não só foi campeão brasileiro em 83, como também, no mesmo ano, comandou as campanhas vitoriosas da seleção brasileira no Sul-Americano, no Pré-Olímpico e no Mundial Sub-20. No auge da carreira, aos 20 anos, vestiu a camisa 10 do Brasil nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Dividiu flashes com Dunga, Bebeto, Jorginho e Aldair. Foi considerado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) o melhor jogador da competição, além de ter sido o artilheiro do torneio, com 5 gols. - A minha geração ficou com a medalha de prata nas Olimpíadas de 84. Nós perdemos na final para a França, por 2 a 0. Foi duro levar dois gols no fim do jogo. Mas valeu pela experiência única de representar o país na maior competição do planeta depois da Copa do Mundo. Em relação ao Flamengo, o clube entrou na minha vida por acaso. Aos 14 anos, participei de um treino de dois toques com o elenco rubro-negro, no Vivaldão, em Manaus. Não tinha nem chuteira, embora treinasse no Rio Negro. Mas o técnico Cláudio Coutinho gostou de mim e me convidou para jogar no time dele - revela Gilmar Popoca, campeão estadual em todas categorias de base.

No entanto, concomitantemente à ascensão meteórica na carreira, vieram as confusões. Da mesma forma que partia para cima dos adversários, Gilmar Popoca passou a enfrentar os dirigentes rubro-negros. Não contava com o escudo, hoje indispensável, dos empresários. Em cada negociação de contrato, era aquele desgaste. Só recebia conselheiros do pai, tão passional e explosivo quanto o filho. Cada briga com os donos de seu passe era seguida de punição. Foi afastado e multado diversas vezes. Teve até a perna engessada sem que houvesse necessidade.
- Fui marginalizado no Flamengo. Em 83, os dirigentes rubro-negros quiseram me vender para o Sporting Braga (Portugal), mas não aceitei. Foi o começo de uma relação de amor e ódio. Passados quatro anos, tinha propostas de
Internacional, Corinthians e Palmeiras, mas acabei sendo negociado com a Ponte Preta. Em 1988, simplesmente abandonei o Flamengo. Comecei a treinar por minha conta no Botafogo. Nós éramos escravos. E eu não aceitava trabalhar naquelas condições. Nunca cheguei atrasado. Muito menos faltei a um treino no Flamengo. Gostava de treinar fundamentos. Nunca pedi para ser poupado. Só que me revoltei contra o sistema e . paguei caro por isso - pondera o jogador que na década de 80 foi apontado como o sucessor de ninguém menos que Zico.


PRESIDENTE MOZAR AO LADO DO VOLANTE DOS ANOS 80 BIGU (E MAIS 10!!!)

Ademir Chagas, o Bigu, foi formado nas divisões de base do Vasco da Gama, mas se profissionalizou no Flamengo, no início da década de 80, em meio a craques como Zico, Júnior, Adílio, Leandro, Mozer, etc. Conseguiu notoriedade após frase perpetuada pelo capitão do tri, Carlos Alberto Torres, então técnico do Flamengo, empolgado com a atuação do meia após vitória sobre o Guarani. "O meu time é Bigu e mais 10".
O entusiasmo do
Carlos Alberto acabou me queimando. Criou-se muita expectativa, disse Bigu, que no entanto criou empresa de representação e comércio chamada... Bigu e Mais 10. Deu pra faturar alguma coisa, afirmou.
Nascido no Rio de Janeiro em 17 de novembro de 1964, embora comemore seu aniversário no dia 15, por ser feriado, Bigu correu o mundo depois de sua saída do
Flamengo, em 1985. Jogou no Vitória, Oelvas (89/90) e Torriense (91/92) de Portugal, Cape Town Spurs (93) da África do Sul, América-RJ (94), Rio Branco-ES (95), Moto Clube-MA (96), Santo André-SP (97), Paysandu-PA (97), São Caetano-SP (98/99) e Mauaense-SP (99).

EU E O CRAQUE, O CRAQUE E EU...



LUCIANO MIRANDA AO LADO DE NUNES: 214 JOGOS COM O MANTO SAGRADO E 99 GOLS. MUITOS DELES DECISIVOS...

Nascido em Aracaju, em Sergipe, Nunes mudou-se para o Rio de Janeiro em 1969. Naquele mesmo ano, com 14 anos de idade, ingressou nos juniores do Flamengo. Passou cinco anos nas categorias de base do rubro-negro, todavia, quando atingiu a maioridade, foi dispensado pelos dirigentes do clube, que não viram potencial em Nunes.
Sem conseguir tornar-se jogador profissional pelo Flamengo, Nunes foi parar no modesto
Confiança, time do futebol sergipano. Dois anos mais tarde, em 1976, foi contratado pelo Santa Cruz, importante clube de Recife. Brilhou por três anos no futebol pernambucano, aonde conquistou os Estaduais de 1976 e 78.
Em 1978, Nunes chegou à
Seleção Brasileira que se preparava para a Copa do Mundo. Infelizmente, machucou-se durante um treino e ficou de fora da competição.
Pouco tempo depois da Copa de 78, já totalmente recuperado, Nunes foi vendido para o
Fluminense. Porém, logo em seguida, transferiu-se para o Monterrey, do México.
De volta ao Brasil em 1980, Nunes conseguiu realizar seu antigo sonho de vestir a camisa rubro-negra como profissional. Fez parte da geração mais vitoriosa do Flamengo, que entre 1980 e 1983, conquistou três
Campeonatos Brasileiros, a Libertadores da América e o Mundial Interclubes. Certamente, não possuía a mesma técnica e habilidade de seus companheiros, contudo, sua raça e oportunismo, também o transformaram em mais um ídolo da torcida flamenguista.
Ganhou o apelido de Artilheiro das Decisões, em virtude de sua impressionante vocação de marcar gols em decisões de campeonatos. Suas vítimas mais ilustres foram o
Atlético-MG, o Liverpool e o Grêmio, que respectivamente perderam para o Flamengo o Campeonato Brasileiro de 1980, o Mundial Interclubes e o Campeonato Brasileiro de 1982, todos com gols de Nunes nas finais.
De 1983 a 1986, o espaço de Nunes no Flamengo foi diminuindo e, com isso, o jogador teve de alternar sua vida na
Gávea com passagens em outras equipes, como Botafogo, Náutico, Boavista (de Portugal), Santos e Atlético-MG.
Por fim, em 1987, o atacante deixou o Flamengo definitivamente, sendo, então, contratado pelo
Volta Redonda. Em seguida, passou pela China e El Salvador, mas voltou ao Brasil para defender o Olaria no campeonato carioca da segunda divisão de 1992 e depois encerrar sua carreira no Santa Cruz no mesmo ano.

FLAJUBÁ E URUBUZADA ITAJUBÁ: ACIMA DE TUDO RUBRO-NEGROS!!!


AINDA POR OCASIÃO DO ALMOÇO COM OS CRAQUES DOS MASTERS DO FLAMENGO, NÃO PODEMOS DEIXAR PASSAR EM BRANCO O ACORDO DE PARCERIA FIRMADO ENTRE AS TORCIDAS FLAJUBÁ E URUBUZADA ITAJUBÁ.



NA FOTO, UM PEDAÇO DESSA CONFRATERNIZAÇÃO E DESSES NOVOS TEMPOS: O PRESIDENTE MOZART, AO LADO DO MANDA-CHUVA DA URUBUZADA EM ITAJUBÁ, O GRANDE RUBRO-NEGRO PAULÃO



FLAJUBÁ-URUBUZADA ITAJUBÁ: ACIMA DE TUDO RUBRO-NEGROS!!!

ALMOÇO COM AS ESTRELAS...


NÃO É TODO DIA QUE SE ALMOÇA UM BELO CHURRASCO AO LADO DO "ARTILHEIRO DAS DECISÕES" NUNES E DO "DEUS DA RAÇA" RONDINELLI, TENDO AO FUNDO PIÁ E NÉLIO, PENTACAMPEÕES BRASILEIROS DE 1992, E AINDA COM O ACOMPANHAMENTO DE UMA BOA RODA DE SAMBA...

EU E O CRAQUE, O CRAQUE E EU...

DIRETOR PAULINHO ADAMI AO LADO DO ARTILHEIRO NUNES
MOZART JUNTO COM O "DEUS DA RAÇA"

MIRANDA AO LADO DE ADÍLIO


MOZART E O CRAQUE NÉLIO


PRESIDENTE MOZART RECEPCIONA O "ARTILHEIRO DAS DECISÕES"


PRESIDENTE MOZART RECEPCIONOU O CRAQUE ETERNO NUNES. REPAREM QUE ATÉ O NOSSO PREFEITO CORINTIANO ESTAVA TIETANDO O AVANTE RUBRO-NEGRO...

MASTERS DO FLAMENGO DÃO NOVA EXIBIÇÃO EM ITAJUBÁ

Foi realizado no ultimo domingo um grande amistoso entre o time de masters do Flamengo, com os craques eternos Nunes (foto 02), Adílio, Rondinelli e outros, e o time local do Cariominas.
O calor e o horário do jogo prejudicaram o bom andamento do evento, sendo que a partida terminou empatada em 1 a 1, com o gol rubro-negro marcado pelo volante Bigu.

O time do Flamengo jogou com País, Rondinelli(Piá), Jaime, Zé Carlos II e Paulo Henrique, Bigu(Carlos Henrique), Delacir, Adílio e Gilmar Popoca e Renato Carioca (Julio César Uri Geller) e Nunes.Foi uma grande festa, abrilhantada ainda com a presença do ex-volante do Atlético-MG e da seleção brasileira Elzo, que defendeu a equipe itajubense. A Flajubá esteve presente com os amigos da Urubuzada Itajubá



terça-feira, 3 de novembro de 2009

O "THE WALL" VOLTOU. E O MENGÃO TAMBÉM!!!


'Mal tenho forças pra comentar o assombroso Flamengo x Santos que ontem bombou o Maraca com 80 mil pessoas. O nosso Mengão, mais Fuderosão do que nunca, passou o carro por cima do peixe e meteu o pé na porta do G4. Ainda que o encolhido Santos seja hoje o mais perfeito exemplo de decadência sócio-esportiva, não foi nada fácil ganhar dos caras.
Em favor do Mengão se pode dizer que tem feito seu dever de casa e doutrinado no Maracanã. Mas acho meio cedo pro foguetório em função da entrada no G4, que ainda é transitória. Prefiro comemorar alguns bons momentos de futebol que vi ontem no gramado. A troca de passes inteligentes, a recuperação de bolas dadas como perdidas e muita dedicação. O time tá jogando com categoria e raça. Isso sim é honrar o Manto.
Me recuso a ficar no chororô de arbitragem, mas o cidadão de shortinho preto que apitou o jogo de ontem estava visivelmente de sacanagem com o Flamengo. Não compartilho da opinião de que uma operação levanta-bambi está em curso, mas é estranhão esse negócio de pênalti contra nós em todos os jogos. E só penaltizinho muquirana. Já são 4 na seqüência;
Pelo menos temos Bruno em grande fase e não entra um. Aliás, o Bruno tá tão bem nessa parada de pegar pênalti que o Andrade deveria orientar os zagueiros para não fazerem mais faltas fora da área. Espera o cara entrar na área e aí dá o rapa. É muito mais seguro.
Nos pênaltis de ontem Bruno foi muito sagaz. Encaixou o primeiro, humilhação suprema para o batedor, e ainda soube ler e antecipar a previsível segunda cobrança do tal Ganso. Esculachou em regra e merece ser exaltado.
Ôôôô Bruno The Wall voltou!
Mas chega de falar em jogador, vamos falar da torcida. Na moral, nós é sinistro. O que a Magnética faz no Maracanã não tem explicação. É emoção pura. Só mesmo estando lá, fazendo mosaico na UBZ, cantando hino e fazendo ola pra entender o que é. Rola um barato inexplicável quando abandonamos nossas individualidades e formamos aquela multidão sem cara capaz de tudo.
Hoje não sei se vou conseguir fazer o podcast, tô roucão. Por enquanto fico aqui na secação científica. Antes que me esqueça, como é bom ganhar dos times do Luxa! Vamos Flamengo" (DO SITE URUBLOG)

O NOME DO SAFADO É NIELSON DIAS!!!


Dois dias não foram suficientes para diminuir a revolta do Flamengo contra as arbitragens do Campeonato Brasileiro. Apesar de ter vencido o Santos por 1 a 0, o clube não se conforma com a atuação do pernambucano Nielson Dias, que marcou dois pênaltis para o time paulista.

- Reafirmo que a arbitragem foi de canalha - disse o vice-presidente de futebol Marcos Braz.

Há um descontentamento geral. No vestiário, em vez de comemorar, os jogadores estavam indignados. Afirmaram que, por pouco, o Rubro-Negro não ficou fora do G-4 por interferência do juiz. A cúpula do futebol lamenta que haja "forças ocultas" favorecendo os times de São Paulo.

- O grupo realmente reclamou claramente da atuação do juiz. E eu, que nunca me manifestei, fui a público demonstrar toda a insatisfação - disse Braz.

Nos últimos quatro jogos, o Flamengo teve quatro pênaltis assinalados contra si e sofreu um gol em impedimento do
Barueri

APESAR DO JUIZ, FLA VENCE SANTOS E CONTINUA NA BRIGA


Por duas vezes, Paulo Henrique Ganso teve a chance, em cobranças de pênalti, de estragar a festa dos 80 mil rubro-negros presentes ao Maracanã. Em ambas, porém, encontrou uma muralha no caminho: Bruno. O goleiro virou herói da sofrida vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Santos, na noite deste sábado. O gol que garantiu o triunfo foi marcado por Adriano, no início do primeiro tempo. O resultado deixa o time carioca no G-4, pelo menos até o início da rodada de domingo. O Fla dorme na terceira colocação, com 54 pontos. Com quase nada a perder ou ganhar no campeonato, o Santos está em 13º lugar, com 43 pontos. Cabeçada imperial Um mosaico reproduzindo o segundo uniforme do time iniciou a noite nas arquibancadas. Excessivamente recuado, o Santos chamou os mandantes para o jogo e tomou um castigo instantâneo. Os parceiros de quarto, Léo Moura e Adriano, colocaram em prática as jogadas ensaiadas nos treinos. O lateral cruzou, e o Imperador cabeceou colocado, no canto esquerdo de Felipe, aos seis minutos, para abrir o placar. Em uma das raras tentativas dos paulistas no início do jogo, Aírton puxou Adaílton na área. O árbitro pernambucano Nielson Dias assinalou pênalti, aos 20. Paulo Henrique Ganso cobrou no canto esquerdo. Bruno saltou e defendeu sem dar rebote. A torcida foi ao delírio. A correria de Zé Roberto e Willians contrastava com o desinteresse de alguns jogadores santistas. Dúvida até a véspera da partida, Petkovic teve atuação discreta no primeiro tempo. No melhor lance, cobrou falta lateral e Felipe espalmou. Bruno, de novo, vira mago nos pênaltis No segundo tempo, Vanderlei Luxemburgo trocou duas peças. Saíram Triguinho e Rodrigo Mancha e entraram Léo e Felipe Azevedo, respectivamente. O time melhorou e jogou o tédio para escanteio. Felipe Azevedo chutou de fora da área e assustou Bruno. Depois, Jean driblou dois rubro-negros e quase empatou, aos dez. A bola passou rente à trave direita. Em um hiato entre os lances de perigo dos paulistas, Adriano arrancou quase do meio-campo, entrou na área, mas bateu em cima de Felipe, que salvou com a perna esquerda. Em outra oportunidade semelhante, aos 17, o camisa 10 rubro-negro recebeu lindo passe de Aírton, avançou e chutou muito forte na trave direita de Felipe. O segundo gol de Adriano insistiu em não sair. Aos 19, a bola sobrou para ele dentro da pequena área, mas o goleiro salvou de novo ao se esticar e chutar a bola pela linha de fundo. Quando a partida parecia controlada, o árbitro pernambucano deu outro pênalti. Dessa vez de Álvaro em André (as imagens da TV não mostram se houve a falta ou não). Novamente Paulo Henrique Ganso assumiu a responsabilidade. Ele cobrou no meio, e Bruno esticou os pés para salvar. Mesmo eufórica pela nova defesa, a torcida virou-se contra o árbitro. Esse foi o quarto pênalti consecutivo contra o Flamengo desperdiçado. Os outros foram na partida contra o Palmeiras (Vagner Love chutou para fora) e no clássico contra o Botafogo (Bruno espalmou a finalização de Lucio Flavio). Madson, aos 38, fez ótima jogada pela ponta esquerda e cruzou para a área. Com o gol aberto, André se esticou, mas não alcançou. No fim, apesar da vitória, a torcida, em vez de comemorar, preferiu ofender o árbitro Nielson Dias

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

OS MASTERS DO MENGÃO ESTÃO CHEGANDO AO SUL DE MINAS...


SOBRE FLAMENGO E BARUERI


NADA A DECLARAR...


APENAS RESSALTAR QUE OS MASTERS DO MENGÃO ESTÃO CHEGANDO!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

EU E O CRAQUE, O CRAQUE E EU...

FOTO DO DIRETOR DA FLAJUBÁ PAULINHO ADAMI AO LADO DO CRAQUE ETERNO JULIO CÉSAR "URI GELLER".

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

QUANDO A CAMISA JOGA SOZINHA...


"Para qualquer um a camisa vale tanto como uma gravata. Não para o Flamengo. Para o rubro-negro a camisa é tudo! Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."
Nelson Rodrigues

O QUE É O BOTAFOGO???

O que é o Botafogo, senão um retardatário?
Sem título, sem torcida, sem time, sem coragem, sem nada, sem nada, sem nada…tsc tsc tsc
“Deixa de bobeira, deixa de bobagem… já virou… sacanagem”


E SEGUE O BARCO RUBRO-NEGRO RUMO AO G-4


Não é nas vitórias espetaculares que a gente começa a ter certeza que está diante de um grande time. É nas vitórias muquiranas, onde o time não joga bem, mas mesmo assim doutrina e sai com os 3 pontos no saco. Vamos combinar que Flamengo x Foguinho não foi um grande jogo. Foi um jogo tenso, foi um jogo nervosão, mas foi um jogo mal jogado em sua maior parte. E foi desse jogo ruim e enjoado que o Flamengo saiu como real postulante ao titulo. Pra desespero total da arcoirizada malvestida, que já sente o bafo quente na nuca e tá com medo até de olhar pra trás. Porque já sabe que é o Mengão chegando no sapatinho frenético e se encarar pode ser pior.
Mas no semi-deserto Vazião o Fuderosão surgiu cauteloso, aparentemente excessivamente recuado. Mas só aparentemente, porque deu pra perceber claramente a alta velocidade e a qualidade do toque em nossos contra-ataques. Andrade, monstro, não me canso de repetir, fez do Mengão um time muito traiçoeiro, contundente. E o time tem funcionado como tal, com um ajudando o outro nas coberturas e chegando junto em todas as bolas. O time todo foi bem, mas Bruno, Aírton, Fabrício, Maldonado, Pet, Zé Roberto e Adriano foram decisivos. O gol dele só confirmou o que já sabemos há tanto tempo: Adriano é o terror.
E mesmo com todos jogando bem o time caiu de produção no segundo tempo. Recuou muito, e não era só aparência. Recuou tanto que deixou o Foguinho chegar. Adriano parou de receber bola, deu impressão de cansaço e não soube aproveitar a hora em que os malucos foram pra frente que nem doido. Se eles não se jogassem tanto pedindo a marcação de faltas que não aconteceram poderiam ter levado algum perigo real à nossa meta. Mas era o velho Foguinho Não Ganha Nadaaaaaaaaaaaaaa de sempre.
O Foguinho veio arrumadinho. Arrumadinho pra jogar as terças e sextas em 2010. O time deles é muito fraco, mas não mais fraco que muitos que estão acima deles na tabela. Mas certamente é uma das maiores reuniões de chupa-sangue reclamadores de arbitragem da história do futebol brasileiro. Os caras só correm pra peitar o juiz a cada lateral, a cada falta, a cada simulação ignorada pela arbitragem. Que, aliás, foi fraquíssima, se deixou intimidar pelo chororô incessante e inventou um pênalti fake. Pênalti roubado providencialmente desperdiçado pelo hematófago Lucio Flavio nas mãos do Bruno. Deve ser o 4º ou 5º pênalti que o cara perde pro mesmo goleiro. Virou trauma.
Nem com estádio, sem a nossa torcida e com o apito os caras ganham da gente, esse é o fato. Então deixa esses mortos de fome pra lá. É página virada. Agora é o Barueri que interessa. Recomendo ao torcedor exaltado a máxima atenção. Esses joguinhos sem vergonha quarta à noite já acabaram com muitos sonhos rubro-negros. Temos que nos preparar como se fosse uma final. Aliás, os próximos 7 jogos serão todos finais. Vamos manter a humildade máxima e encarar os baruerianos com seriedade. A Palhaçadinha Zero nunca foi tão necessária. Está tudo ao nosso alcance, é só não dar mole.
Pra encerrar a conversa, a direção do Botafogo comprovou que não é capaz de organizar um evento esportivo. A diretoria do Foguinho passou a semana inteira fazendo força para que o torcedor não fosse ao Vazião. Para criar um clima pesado, não esportivo e anti-social em torno de um clássico tradicional que possuía todos os elementos para ser um jogão inesquecível os dirigentes chororôrenses fizeram de tudo. Aumentaram os preços dos ingressos, dificultaram a venda dos mesmos aos rubro-negros com absurdas ameaças e intimidações anticonstitucionais. E praticamente entregaram a promoção do jogo à Policia Militar, que não é exatamente uma especialista nesse mister. Ou seja, fizeram tudo errado.
O resultado foi um clima de violência totalmente desnecessário que afastou rubro-negros e botafoguenses do estádio. A renda, ridícula, e o embaraçoso comparecimento de 23 mil pessoas só não nos envergonham mais que a lamentável porradaria entre nossas duas maiores TO’s e a violência com que torcedores são tratados em nossos estádios. Nesse quesito o Vazião se igualou ao Maracanã, a
borracha cantou no lombo de geral.
Fica o alerta aos dirigentes do futebol carioca, se o Foguinho continuar a criar tantas dificuldades assim para os clubes que vão utilizar o estádio de atletismo da Prefeitura da qual é inquilino é melhor arrumar um plano B. A diretoria do Botafogo não sabe como atrair torcedores ao estádio. Pior que isso, ela se especializou em afastá-los de lá. Se deixar na mão desses amadores o Campeonato Carioca acaba em 2010 (Urublog)

E O FREGUÊS CHOROU MAIS UMA VEZ...


A primeira vez o torcedor nunca esquece. Botafogo e Flamengo nunca haviam se enfrentado no Engenhão, e o clássico realizado na tarde deste domingo teve todos os ingredientes que o transformaram no de maior rivalidade no futebol carioca nos últimos anos. Confronto entre a torcida rubro-negra e a Polícia Militar no lado de fora do estádio, tensão lá dentro, pênalti defendido por Bruno e até mesmo o inusitado fato de o público presente ter sido menor que o número de ingressos vendidos - a explicação dos responsáveis cai sobre torcedores que compraram o seu bilhete mas desistiram de assistir ao jogo, ou sobre cambistas que não conseguiram se desfazer dos seus. A única coisa que não mudou foi o resultado da partida. No fim das contas, nova vitória do clube da Gávea, desta vez por 1 a 0. Já são dez partidas de jejum do Glorioso (sete derrotas e três empates) contra o arquirrival. A última vez que a torcida alvinegra pôde comemorar foi no dia 14 de abril de 2008, quando o time venceu por 3 a 0 na semifinal da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Com o resultado, o Flamengo manteve a quinta colocação, agora com 51 pontos, a um do G-4 e três a menos que o líder Palmeiras, entrando de vez na briga não apenas por uma vaga na Taça Libertadores de 2010, mas também do título. Já o Botafogo continua na zona de rebaixamento, com 32 pontos, mas agora em 18º lugar - o time acabou ultrapassado por Santo André e Náutico, que venceram na rodada, chegaram ao mesmo número de pontos, mas levam vantagem no número de vitórias (oito contra seis). As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira, e ambos sem os seus respectivos maestros: Lucio Flavio e Petkovic receberam o terceiro cartão amarelo e terão de cumprir suspensão automática - o meia rubro-negro ainda deixou o campo após sentir uma lesão no músculo posterior da coxa direita. O Alvinegro recebe o Náutico, às 19h30m, no Engenhão, em um confronto direto na briga contra o rebaixamento nesta reta final do Brasileirão. Já o Flamengo vai a São Paulo, onde enfrenta o Barueri, na Arena, às 21h50m

terça-feira, 20 de outubro de 2009

VAGNER LOVE: UM RUBRO-NEGRO



VALEU VAGNER LOVE!!!


UMA VEZ FLAMENGO

SEMPRE FLAMENGO!!!

PET E ADRIANO: OS INVENCÍVEIS!


O crescimento do Flamengo no Brasileiro está diretamente ligado ao bom desempenho de Petkovic e Adriano. O time ainda não perdeu com os dois juntos como como titulares. Foram cinco vitórias e um empate.

Contabilizando os jogos em que Petkovic entrou no segundo tempo, são 12 jogos, com sete vitórias, quatro empates e uma derrota. O sérvio lembra que até o tropeço contra o
Goiás (derrota por 3 a 2, no Serra Dourada) serve para para provar que o time costuma ir bem quando ele e Adriano estão em campo.

- Eu e Adriano estamos 100% juntos. É preciso lembrar que eu entrei no intervalo daquele jogo com o Goiás e estava 2 a 0 para eles. Depois que eu entrei, ganhamos o segundo tempo por 2 a 1. Ou seja, não perdi. Espero que essa fase dure até o fim do campeonato, mas pode ser que uma hora a gente perca junto - comentou Pet.

Contra o
Palmeiras, Adriano não foi decisivo como se esperava. Mas o sérvio manteve a confiança no goleador. - Adriano significa muito para nós. Ele vai ser o artilheiro e vai concorrer pelo prêmio de melhor do campeonato - sentenciou Pet.

Confira os jogos em que os dois foram titulares:

Flamengo 1 x 0 Corinthians
Flamengo 3 x 0 Santo André
Flamengo 3 x 0 Sport
Flamengo 3 x 0 Coritiba
Internacional 0 x 0 Flamengo
Palmeiras 0 x 2 Flamengo

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

DEU NO GLOBO ESPORTE.COM: MASTERS DO FLAMENGO EM ITAJUBÁ


MASTERS AGORA SERÃO OFICIALMENTE DO FLAMENGO!!!


"Enquanto o Brasil celebra o talento jovial de Petkovic, aos 37 anos, o Flamengo prepara-se para valorizar seus ex-jogadores. Nesta segunda-feira, o presidente Marcio Braga anunciará a criação oficial do time de master vinculado ao clube e um projeto amplo para explorar a imagem dos ídolos, com palestras e bonecos.

As conversas começaram há algumas semanas, e a ideia foi abraçada pelos patrocinadores do clube. A Olympikus irá fornecer os uniformes, e a Ale destinará uma verba para os jogos. O departamento de marketing utilizará a imagem da equipe no portfólio rubro-negro.
O ex-jogador Adílio é o mais cotado para assumir o cargo de diretor da divisão Fla Master. Atualmente, o time disputa partidas pelo Brasil (cerca de seis por mês), mas sem vínculo algum com o Flamengo. O presidente da Ale acompanhará um amistoso no dia 1º de novembro, em Itajubá-MG, para fechar os detalhes finais do acordo. Uma turnê nordestina será o pontapé inicial do projeto.

Na última semana, Adílio, Nélio, Julio Cesar Uri Geller, Piá e outros atletas estiveram no clube para tirar fotografias da nova equipe. Dentro do plano de ação, os ex-jogadores também darão palestras aos torcedores.

- O negócio está ficando bom. É uma batalha que tenho há mais de 20 anos e agora o José Carlos Dias (ex-vice de finanças) conseguiu transformar em realidade. Eles resgataram nosso sonho de exibir a marca do Flamengo no peito. Essa valorização dos ídolos é muito comum na Europa. O Liverpool faz isso há muitos anos - disse, emocionado, Adílio." (GLOBO ESPORTE)